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Eventos presenciais e o aumento do investimento em tecnologia agrícola.



Este ano, com a retomada dos eventos presenciais, as feiras agrícolas já sentem o aquecimento do mercado.


O investimento em tecnologia agrícola já surpreende em números nestes primeiros cinco meses de 2022. Em abril, a Agrishow reuniu quase 200 mil pessoas em Ribeirão Preto e, se o movimento de visitantes foi o maior da história da feira, os números de negócios também impressionou: R$11,2 bilhões.


O aumento de 286,2% referente a edição de 2019, mostra que mesmo diante do aumento em diversos setores que impactam o agronegócio, o produtor não parou de buscar alternativas tecnológicas. Máquinas e supermáquinas agrícolas potentes e sustentáveis. A agricultura digital tem caminhado a passos largos no Brasil e ficar de fora desta evolução não é mais um caminho. Do pequeno ao grande produtor, as soluções estão se adequando a realidades distintas, mas sem deixar de atender as especificidades do agronegócio.

Descarbonização e economia com combustíveis

O primeiro semestre caminha para terminar com a realização de dezenas de feiras voltadas ao agro e muitos investimentos. Dentre as tecnologia em tratores, plantadeiras e robôs de monitoramento de plantações, está a oferta de soluções que impactam a descarbonização do negócio por meio da produção de biogás e biometano veicular que para abastecem tratores e outros veículos da propriedade com o reaproveitamento de substratos oriundos do próprio proocesso de produção.

A Auma Energia, empresa do grupo Auma Negócios, ao qual também fazemos parte levou para a Agrishow junto a MWM Geradores a oportunidade de ter sua planta de biogás para gerar energia, biometano veicular e biofertilizante. A tecnologia é nacional e o gerador movido a biogás impacta diretamente na emissão de carbono.

E se o mercado está atento a agenda ESG (meio ambiente, social e governança) e cobra de toda cadeia ações para redução de passivos ambientais, a planta de biogás é totalmente pojetada pela Auma Energia, que também é responsável pelo monitoramento e manutenção da tecnologia, que através de biodigestores gera como produto final energia elétrica, biometano veicular e biofertilizante. A origem dos substratos podem ser vegetal, animal ou industrial o que torna a parceria ampla, não importanto o tamanho da propriedade, mas sim, o trabalho para torná-la autônoma, com mais liberdade e economia ao produtor rural, que deixa de gastar com combustíveis tradicionais.

Agtechs ganham cada vez mais espaço

Com o agronegócio mais jovem e informatizado, as agtechs, empresas com foco em tecnologia para o agro ganham cada vez mais espaço. Segundo dados da Agtech, entidade formada por empresas como a Embrapa, as agrotechs brasileiras atualmente tem foco em: fertilizantes e nutrição de plantas; crédito, câmbio, seguros, créditos de carbono; testes laboratoriais; sementes, sistemas de gestão de propriedades rurais; drones, máquinas e equipamentos; sensoriamento remoto, diagnóstico e monitoramento por imagem, entre outras áreas.


Tudo isso somado a eficiência que se constata no campo e nos rebanhos aumentam a confiança do produtor nos produtos e serviços, investe com segurança e colhe bons resultados.


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