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O agro não para e com a tecnologia avança mais.

Em tempos de quarentena, a tecnologia nunca foi tão exaltada.

O momento traz à tona a transformação digital que já acontece no campo e que impulsiona suas atividades.


Enquanto o Brasil se assustou e paralisou, em alguns setores, por causa da quarentena, o agro seguiu seu caminho. Com o lema “o agro não para”, o setor mostrou, mais uma vez, a sua força e representatividade na economia brasileira. Muito de sua continuidade deve-se ao uso da tecnologia em seu cotidiano, pois é sabido que, nos últimos anos, o agronegócio vem passando por um processo importante de transformação digital que está relacionado a vários fatores. Sim, o agro não para. Sim, a tecnologia o ajuda a avançar e o que estamos vendo é só o começo da transformação digital prevista para o setor.



O macroambiente influencia muito

O setor tem se mostrado mais aberto a inserir tecnologias em suas rotinas. É cada vez mais comum ver empresas (grandes a pequenas) fazendo uso de inteligência artificial, Big Data e IoT em seus controles, impulsionando a agricultura 4.0 e alinhado-a ao que o mundo dita em termos de evolução tecnológica. O aumento da eficiência, motivado por fatores externos e internos, sobretudo oriundos da conjuntura econômica, impulsionam a transformação digital no agro. O surgimento de tecnologias e ferramentas disruptivas e revolucionárias têm forte papel nesse processo, favorecendo a mudança de postura e abertura para o novo. E é neste contexto, dada à dimensão e importância do agro no país, que o Brasil tem a oportunidade de liderar o mundo nessa transformação.

Forças econômicas e forças de desenvolvimento

Em tempos de quarentena um pensamento persiste: sem a tecnologia, seria pior? As tecnologias estão inseridas em nosso dia a dia por todos os lados. No entanto, grande parte delas, de forma oculta. No agro, isso não é diferente e percebe-se que muitas destas tecnologias não são vistas e percebidas pelas pessoas, mas sem elas o agro caminharia, em uma época crítica como esta, a passos lentos e menos eficientes.


Qual era o custo de investimento para armazenar um dado há 20 anos atrás? Hoje o custo de armazenamento é praticamente imperceptível. E é por esse motivo que grande parte da população possui smartphones com um volume de dados em armazenamento significativo.


Juntamente a isto, podemos citar os “TensorFlow” que por meio do Machine Learning, são capazes de fazer leituras de imagens de plantas e identificar uma determinada praga ou doença. Isso é a inteligência artificial trabalhando em benefício da produção agrícola. Da mesma forma, podemos, por meio do deep Learning ,desenvolver tecnologias que são capazes de identificar pragas e efetuar pulverizações pontuais, chegando a economizar até 90% do volume aplicado. Uma força econômica muito grande para quando falamos de defensivos como o principal custo de uma lavoura. Tecnologias que favorecem controles, tomadas de decisão, economia e promovem a evolução do setor.



Revolução para mudança de patamar

A McKinsey mostra que o mundo pode ter de ampliar entre 175 a 220 milhões de hectares a área disponível para a agricultura para atender à demanda de 2030 por alimentos. Estamos falando de um aumento de 10 a 15% em relação às necessidades atuais.


Ao mesmo tempo, sofremos com as dificuldades de mão de obra especializada, adversidades climáticas, perdas e desperdícios (28% hoje - segundo a equação de perda) entre outros. A falta ou ausência da rastreabilidade também é fato relevante, sobretudo para atestar/garantir a segurança alimentar, da marca e transparência socioambiental. E uma vez que incluímos dados relevantes, estamos agregando valor ao produto e então alterando o patamar de commodity, para um produto com valor agregado. Por isso, a tecnologia no campo, a agricultura 4.0 e a transformação digital se fazem imprescindíveis para auxiliar no alcance de números grandiosos de eficiência em produtividade.



Inovação sem fronteiras

Tudo que foi visto e feito até agora em termos de tecnologia no agro é o início de uma mudança que, ao que tudo indica, não terá grandes barreiras. A inovação experimentada comprova que os tempos mudaram e mudarão ainda mais devido ao ganho de tempo, competitividade e assertividade nos negócios. É estar presente sem precisar estar no local, é acompanhar sem precisar estar por perto, é armazenar dados em espaços virtuais para correr menos riscos, é analisar antes de agir e agir direto ao ponto do sucesso e da evolução.

A quarentena fez pensar porque o agro não para. Fez repensar o valor da tecnologia. Fez compreender que um está intimamente ligado ao outro e que não irão mais se soltar. Tudo isso é uma realidade que vivemos na AUMA Tecnologia e que transformamos em soluções para nossos clientes do agro dando-lhes mais tempo para inovar e descomplicando sua rotina. Eles não pararam e nós também não. Que os novos tempos venham, pois já estamos vivendo a agricultura 4.0 com toda a sua intensidade e possibilidades.




#oagronaopara #aumatecnaopara

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